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terça-feira, 14 de dezembro de 2021

A importância da honradez e integridade no ambiente e nas relações de trabalho

Quais valores humanos você mais valoriza no trabalho ou em um profissional? Para mim, não é surpresa nenhuma que honradez e integridade estejam no topo das qualidades ou características mais citadas e estimadas no empreendedorismo corporativo.

Orientar nossas decisões e nossa trajetória profissional por meio de princípios éticos certamente é um ideal que buscamos e valorizamos, mas, infelizmente, isso não vale para todos. Para alguns, não é assim que a banda toca e, como consequência, profissionais idôneos e corretos precisam lidar com situações de desonestidade e eventuais puxadas de tapete por parte de alguns “colegas” de trabalho.

É de fato frustrante, para não dizer decepcionante, estar cercado por gente que só quer levar vantagem, que não assume os erros e que não age com ética e coerência. Por isso, criar um ambiente em que as relações sejam baseadas na honestidade, no respeito, na transparência, na cooperação e na confiança é extremamente importante para o desenvolvimento do trabalho como um todo.

Veja a seguir como reconhecer esses valores nas pessoas e estimulá-las a agir com honradez e integridade no dia a dia de trabalho.

O que significam o valor da honradez e integridade no contexto profissional


“Os fins justificam os meios”. Você certamente já ouviu essa frase. Para muitos ela serve de justificativa para a tomada de atitudes controversas ou duvidosas, para aquilo que chamamos de “jeitinho”, para o que sabemos que não é certo e que de alguma forma pode prejudicar algo ou alguém direta ou indiretamente. 


Nesse sentido, a honradez e a integridade entram como atributos de conduta que se contrapõem a esse tipo de postura. O indivíduo que é íntegro age com honestidade e coerência e é sempre orientado pela ética, mesmo em situações em que poderia tirar algum proveito ou vantagem. Assim, seja na vida ou no ambiente profissional, esses valores são traduzidos diariamente em suas atitudes e ações. Desse modo, geralmente essas pessoas são responsáveis, inspiram confiança em toda a equipe e tratam a todos com respeito. 

Como esses valores se manifestam e podem ser identificados nos colaboradores

Como mencionei, apesar de considerarmos a honradez e integridade valores importantes e fundamentais, algumas pessoas não entendem o conceito e não estão nem um pouco preocupadas como suas ações, e, comportamento podem impactar os outros ou o mundo. Por essa razão, é preciso desenvolver meios de identificar sinais de que pessoas estão agindo com ética e assim reconhecer a sua integridade profissional. Entenda que atitudes podem indicar comportamentos que denotam honradez e integridade:


  • Demonstrar empatia e preocupação com o outro;

  • Tratar todos com respeito e educação, independentemente do nível hierárquico;

  • Agir com coerência (discurso e comportamento convergentes);

  • Honrar compromissos e ter comprometimento com qualidade e resultados;

  • Compartilhar ideias e colaborar com o grupo;

  • Agir com ética e transparência;

  • Assumir e reconhecer os próprios erros;

  • Ter disposição e disponibilidade em ajudar, quando necessário;

  • Demonstrar competências assumidas previamente e conquistar objetivos conforme mérito e esforço próprios.

Vantagens de priorizar a honradez e a integridade em sua empresa

O reconhecimento e o favorecimento de profissionais e relações pautadas na integridade no processo de recrutamento e contratação é uma maneira de construir um negócio que tem esse valor como prioridade. No entanto, é importante também sempre incentivar esse comportamento entre os colaboradores. 


Os benefícios de trabalhar em um ambiente de confiança, em que a convivência é saudável são inúmeros, vão desde um maior comprometimento à melhora de satisfação e indicadores, além de estimular e favorecer o compartilhamento de ideias e processos de inovação, já que as pessoas se sentem respeitadas e não têm medo de alguém querer levar vantagem. Veja a seguir mais algumas vantagens:

  • Confiança de um melhor desempenho;

  • Maior cooperação entre os funcionários e equipe mais integrada;

  • Proposta de soluções e ideias inovadoras

  • Melhor reputação da empresa;

  • Ambiente de trabalho mais saudável e agradável. 

Honradez, integridade e o papel de liderança

Nesse contexto de construção de um local de trabalho mais íntegro, os profissionais que exercem cargos de liderança têm um papel essencial. Afinal, a conduta ética dos líderes serve de espelho para os demais subordinados. 


Eles são capazes de inspirar e criar uma relação de confiança com suas equipes, baseada no respeito e na honestidade e o sucesso ou fracasso nesse quesito pode afetar todo o clima organizacional. É importante que os liderados enxerguem esse alinhamento de valores em seus líderes para se sentirem persuadidos e encorajados a buscar os resultados almejados. Se não há confiança, dificilmente os funcionários se engajarão verdadeiramente com os objetivos propostos. 

Como estimular uma cultura de ética e integridade no trabalho

E como fazer isso, na prática? Criar uma cultura organizacional que tem como base condutas éticas e valores-chave como honradez e integridade não é simples, é algo que precisa ser incentivado e alimentado no dia a dia, nas pequenas atitudes. Esses valores precisam transparecer em situações rotineiras para que não haja dúvida dos princípios que guiam as decisões da empresa. Gostaria de elencar alguns exemplos de como agir em determinadas situações para estimular essa cultura.

Não tenha medo de reconhecer seus erros e não coloque a culpa nos outros

Essa é uma conduta comum de pessoas sem idoneidade. Culpabilizar outras pessoas e não assumir os erros não representa uma atitude de quem é íntegro.

Aja com transparência e evite incentivar situações de trapaça

As famosas “puxadas de tapete” não devem ser toleradas jamais. Isso só estimula o desenvolvimento de um espaço de competição e desconfiança entre colegas. 

Não permita atitudes desonestas e antiéticas perto de você

Da mesma maneira, não seja omisso e complacente quando notar algo de errado ocorrendo em seu ambiente de trabalho. 

Invista em relações de confiança e colaboração entre membros de uma equipe

Quanto uma rede de pessoas íntegras é formada e é estabelecido um relacionamento amparado em colaboração, confiança e convivência saudável, maiores são as chances de se atingir os resultados desejados. 


Por último, quero destacar que acredito que, para a maioria das pessoas, o caminho de honradez e integridade é o mais natural (prefiro continuar otimista). Porém, é importante termos a consciência que no competitivo mercado de trabalho — nas mais diversas áreas — podemos encontrar pessoas que não têm a ética profissional como prioridade. Cabe a nós direcionarmos nossas ações para a construção de um mundo de empreendedorismo corporativo mais íntegro e honesto.


Bom trabalho e grande abraço.


Rafael José Pôncio, PROF. ADM.





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sábado, 3 de julho de 2021

Empreendedor social, o que faz?

Descubra como é um empreendedor social e veja exemplos de 5 empreendedores que mudaram o mundo com as suas iniciativas.

O que faz um empreendedor social?

Ao contrário do senso comum - o empreendedorismo não consiste em abrir um negócio objetivado apenas no lucro, mas sim é uma qualidade das pessoas que têm iniciativa e força de vontade para começar um novo projeto, até como empreendedor social.

Embora não seja tão divulgado, o empreendedorismo social exerce um papel fundamental para a construção de um mundo mais justo e igualitário, principalmente nos momentos de crise, como o que estamos vivendo.

Por isso, segue uma análise destacando essa vertente do empreendedorismo.

O que é ser um empreendedor social?

O empreendedor social é aquela pessoa que além do espírito empreendedor tem o desejo de tornar o planeta um lugar melhor através do seu trabalho.

Para isso ele cria iniciativas de impacto que suprem carências que o Estado não consegue gerenciar.

Vale destacar que o empreendedor social não necessariamente atua em instituições sem fins lucrativos, porém, ao contrário da maioria dos negócios o lucro não é o foco principal dessas empresas, mas sim uma consequência.

Esses profissionais podem atuar em diferentes vertentes como ensino, trabalho, finanças, saúde, nutrição, construção civil, zootecnia, meio ambiente, etc. normalmente o foco do negócio é ditado pelas necessidades percebidas pela própria pessoa.

Para atingir os objetivos como empreendedor social algumas características são fundamentais:

  1. Tem empatia;

  2. São altamente comprometidos com as suas causas;

  3. São éticos;

  4. Tem paixão pelo que faz;

  5. São inovadores, ousados e criativos;

  6. Como líderes são participativos, motivadores e carismáticos;

  7. Sabem gerenciar pessoas e empresas;

  8. São resilientes e persistentes;

  9. Sabem improvisar quando necessário;

  10. Conseguem negociar e pensar estrategicamente;

  11. Não tem medo de correr riscos.

Agora que já sabe o que é preciso para atuar nesta área, seguem exemplos de empreendedores sociais.

Conheça 5 empreendedores sociais de sucesso

Muhammad Yunus

Ganhador do prêmio Nobel da Paz, o bengalês e economista Muhammad Yunus é uma das referências quando se fala em empreendedorismo social.

Ele ganhou reconhecimento ao fundar Grameen Bank, uma instituição financeira que empresta pequenas quantias de dinheiro para pessoas iniciarem os seus negócios.

Essa iniciativa nasceu da vontade de ajudar mulheres de uma comunidade carente de Bangladesh próxima à universidade em que ministrava aulas, pois para conseguir o seu sustento essas mulheres precisavam correr altos riscos negociando com usurários inescrupulosos.

Blake Mycoskie

Este empreendedor social é o fundador da TOMS Shoes que iniciou com um modelo de negócio singular denominado One for One (um para um).

Na prática, esse modelo funciona assim: a cada sapato vendido pela empresa outro era doado para uma criança necessitada.

Atualmente a empresa reserva 1/3 dos seus lucros para projetos sociais.

A ideia para o negócio veio de uma viagem que Blake Mycoskie fez para a Argentina, onde ficou chocado ao ver crianças brincando na rua descalças.

Antônio Sergio Petrilli

Antônio é um médico oncologista inconformado com os tratamentos de câncer infantis no Brasil, por isso em 1991 criou a GRAACC (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer).

Essa iniciativa busca garantir às crianças e adolescentes com câncer, prioritariamente de baixa renda, assistência e tratamentos avançados para a cura e melhora da sua qualidade de vida.

Alice Freitas e Rachel Schettino

Elas são as criadoras da Rede Asta, um negócio social com objetivo de valorizar os artesãos brasileiros e o meio ambiente através do reaproveitamento dos resíduos e da ascensão social.

A empresa funciona como uma ponte entre artesãos e as marcas, aumentando as oportunidades de negócios desses profissionais.

A ideia do negócio surgiu a partir de uma viagem que a Alice fez na a Índia, com o objetivo de conhecer iniciativas sociais e acabou se apaixonando pelo trabalho artesanal.

Já conhecia algum desses empreendedores sociais? Se interessa por essa área? Conte nos comentários.

Bom trabalho e grande abraço!

Autor: Adm. Rafael José Pôncio

Publicado em: 21 de junho de 2021

Especial: artigos no Espaço Opinião CRA-RJ

Link fonte: https://espacoopiniao.adm.br/empreendedor-social-o-que-faz


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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Comprometimento: um valor importante para um profissional de sucesso

valor humano Compromisso
Comprometer-se… para muitos, essa é uma atitude que anda de mãos dadas com o sucesso. E é a mais pura verdade. O comprometimento é essencial para o êxito individual ou coletivo, seja na esfera pessoal ou profissional.
Para exemplificar, posso citar algo simples, como a prática de exercícios. Entra ano, sai ano, e a meta de praticar exercícios físicos regularmente está sempre no topo das listas de resoluções para o novo ano. No entanto, mal janeiro chega ao fim e o objetivo já é deixado de lado. Fato é que poucos assumem o compromisso de cumprir o que se propõe com essas listas, ou seja, de ter comprometimento e determinação para buscar um resultado.
Seguindo esse raciocínio, no trabalho, o comprometimento de um profissional é o que irá diferenciá-lo e o ajudará a galgar objetivos mais altos. Neste artigo, quero lhe mostrar a importância do comprometimento, de que forma você pode desenvolver esse valor humano e como ele se relaciona com o empreendedorismo. Entenda!
O que significa ter comprometimento?
Em seu significado mais amplo, comprometimento é ter um nível de responsabilidade em relação a algo ou alguém. A maneira como essa característica reflete nas ações e atitudes frente as responsabilidades assumidas definirão o nível de compromisso que uma pessoa tem em determinada situação.
Seja no contexto corporativo ou pessoal, a questão é que nós nos comprometemos a todo momento, sem nos darmos conta. A forma como encaramos esse compromisso é que será determinante, em ambos os casos.
Por que o comprometimento é importante no âmbito profissional?
Comprometimento também diz respeito à qualidade na entrega, à consciência de fazer o melhor e a buscar resultados pautados na excelência. Por essa razão, profissionalmente, o comprometimento é uma das características mais importantes, tanto para quem é funcionário, quanto para quem é dono de um negócio.
Afinal, é impossível que se tenha sucesso onde há falta de comprometimento. Ele é determinante para o alcance de metas e objetivos, e profissionais descompromissados, relapsos e de baixo desempenho comprometem o crescimento e o alcance de bons resultados. O próximo passo é fechar as portas.
Comprometimento e empreendedorismo: qual a relação entre eles?
Um estudo realizado pelo psicólogo americano, David McClelland, da Universidade de Harvard, levantou as 10 características de comportamentos mais presentes entre os empreendedores de sucesso. Consistem em competências que todo empreendedor em potencial deve buscar desenvolver se deseja ser bem-sucedido nessa empreitada.
Pois, veja bem, entre elas está justamente o comprometimento. Não preciso falar mais nada. Em um caminho repleto de desafios, como é a jornada empreendedora, não é mesmo uma surpresa que o compromisso com o seu negócio, ideia, serviço ou produto seja um valor essencial. 
Como desenvolver o comprometimento como valor pessoal?
Diante da importância do comprometimento em nossas vidas profissionais, gostaria de salientar que essa é uma característica que todos podemos aprimorar, todos podemos ser mais comprometidos e responsáveis com as nossas entregas e elevar o nosso potencial. Confira algumas dicas a seguir. 
Seja pontual
Esse é o ponto de partida. Prezar pela pontualidade é fundamental para quem quer desenvolver uma postura de comprometimento, seja respeitando prazos estabelecidos de entrega ou horários de chegada em compromissos agendados. 
Tenha foco
Tenha em mente onde quer chegar e foque nesse objetivo. Trace metas e estratégias que o levarão até o resultado esperado e se comprometa com elas. Muitas vezes, nos distraímos do foco e passamos a viver para onde o vento leva, isso atrapalha a consolidação do processo de comprometimento com o nosso propósito.
Termine o que começou
Sabe a história que eu contei lá no início? Sobre os exercícios? O primeiro passo para abalar o comprometimento é deixar as coisas pela metade. Portanto, termine tudo o que começar. Isso é importantíssimo, principalmente para a imagem profissional, além de reforçar a questão da responsabilidade.

Agora é com você. Saiba que ninguém perde sendo um profissional comprometido. Pelo contrário. Comprometimento é algo bem requisitado no mercado e só é de fato colocado à prova diante das responsabilidades que um cargo pode demandar. Não perca a chance de mostrar o seu melhor!
Bom trabalho e grande abraço.
Rafael José Pôncio, PROF. ADM.



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sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Mapeamento dos Valores Humanos do nobre Geraldo Rufino


O Geraldo Rufino esteve no dia 10/11/2018 na Escola Superior de Empreendedorismo - ESE, e veio nos brindar contando os acertos e erros da vida empresarial, um pouco da sua trajetória empreendedorial e falou sobre os Valores Humanos que norteiam seu dia a dia.

☆ Os Valores do Rufino:
-Credibilidade (aprendeu da mãe).
-Base familiar (motivos por eles).
-Ser gente com o outro (rapport).
-Produtividade (ser proativo).
-Servir (serviço ao próximo é vida).
-Gratidão pela vida diária (á Deus ou Universo).
-Aceitar o agora em detrimento da morte (tempo, estoicismo).
-Autonomia e Independência ("democracia cubana da mãe").
-Paixão por trabalho e pelo trabalho (amor em servir).
-Alta resiliência ("quebradeira").
-Humildade e simplicidade (coragem em pedir).
-A arte de vender (sorria e venda, vender, vender e vender).
-Carisma (carinho e disciplina).
-Amor (paixão por trabalhar).
-Autoridade da Honestidade (dormir tranquilo e cabeça erguida).

Ele conta que no início da trajetória da vida dele passou por certos per causos, porém, sem foi fiel aos seus princípios e diz hoje que se não fosse o autoconhecimento jamais teria vencido em sua área profissional e na educação dos filhos no qual diz Ele ser a base de tudo.

Mais informações a respeito da biografia do Geraldo, você vai encontrar no livro O Catador de Sonhos, publicado pela Editora Gente, e existem diversos vídeos e palestras no youtube deste nobre empreendedor.

Bom trabalho e grande abraço.
Adm. Rafael José Pôncio



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quarta-feira, 9 de março de 2016

O Empreendedor com Simplicidade

Use o poder da simplicidade e faça seu negócio crescer


A simplicidade leva você muito longe no mundo dos negócios e na vida.

Entretanto, sabemos que é muito difícil buscar a simplicidade nesse mundo tão complexo dos negócios.


A área do empreendedorismo, como a vida, é confusa, indeterminista e cheia de imprevisibilidade.


Frequentemente, os empreendedores se deparam com escolhas nada claras e consequências desconhecidas para cada decisão.


É nesse cenário intrincado que os bons empreendedores procuram constantemente simplificar os problemas, as decisões e as soluções.


Isso não tem a ver com eliminar os fatos ou ignorar os detalhes, mas sim ter clareza de pensamento na hora de tomar uma decisão.


A simplicidade requer clareza de pensamento


Essa clareza definirá, como empreendedor, quem você é e quem não é, o que você acredita ou não, o que você faz ou evita e, em última análise, como você molda seu futuro.


Quando sua filosofia empresarial única é bem moldada, ela infunde reflexão e velocidade em seu trabalho. 


Transforma ambiguidade em clareza. 


A ilusão de que as coisas são mais complicadas do que realmente são pode ser apagada pela clareza de seus pensamentos e prioridades, o que o capacitará a simplificar problemas, decisões e soluções.


Uma dica para organizar seus pensamentos é manter uma sequência lógica das etapas que precisam ser realizadas sempre que estiver em busca de soluções.


O segredo do sucesso é a simplicidade 


“Para empreender com sucesso, o segredo é fazer as coisas bem feitas e com simplicidade.”


Essa afirmação foi feita por ninguém menos do que o presidente do Conselho de Administração da Tramontina, Clovis Tramontina.


Para Tramontina, a simplicidade está no DNA da empresa. 


“Sempre visamos o melhor desempenho procurando soluções simples para problemas complexos. A objetividade é a lição de simplicidade da Tramontina.”


Podemos observar essa filosofia nos produtos da marca que são simples, porém de excelente qualidade.


“É assim que unimos 18 mil itens em um só objetivo: entregar qualidade que melhore a vida das pessoas.” afirma Tramontina.


Seguindo essa mesma linha de pensamento, José Galló, executivo que liderou o crescimento da rede varejista Renner por quase três décadas, conta em seu livro “O poder do encantamento”, que o segredo do crescimento das lojas Renner foi a simplicidade. 


Após pesquisar as principais varejistas de sucesso de mercado, Galló chegou a conclusão de que a simplicidade era o maior diferencial competitivo entre elas.


A partir disso, passou a implementar esse pensamento nas operações do grupo Renner, o que melhorou muito os resultados da organização. 


Simplificar aumenta a produtividade


A internet está cheia de empreendedores dando conselhos sobre como administrar nosso negócio, não é mesmo?


Que software usar, o mais novo app "sensação do mercado", listas de tarefas e assim por diante.


Toda essa enxurrada de informações pode, muitas vezes, mais atrapalhar o nosso dia a dia do que realmente ajudar a resolver nossos problemas.

Por isso, observe quais são os processos do seu negócio que não são tão eficientes quanto você pensava, e pesquise se pode substituí-lo por algo mais prático.


Muitas vezes, um software mais simples vai te ajudar muito mais do que aquele que o empreendedor de sucesso da internet te indicou.  


Ou seja, simplificar seus processos vai deixar o seu negócio menos confuso e aumentar a sua produtividade.


Apesar de não ser uma tarefa fácil, a simplicidade é fundamental para fazer o seu negócio crescer.


Além disso, é preciso muito trabalho para trazer a clareza necessária ao seu empreendimento e tangibilizá-la na sua gestão.

 

Com o mundo tornando-se cada vez mais complexo, a célebre frase de Leonardo da Vinci "A simplicidade é o último grau de sofisticação" nunca fez tanto sentido e é uma valor humano que gera resultados positivos. Bom trabalho e grande abraço.

Adm. Rafael José Pôncio



        Reprodução permitida, desde que mencionado o Nome do Autor e o link fonte.       

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Como ser um empreendedor organizado

Organização não significa controlar tudo. Significa criar ordem suficiente para que prioridades, decisões e responsabilidades não fiquem à mercê da urgência.

Como ser um empreendedor organizado: a disciplina que sustenta a boa gestão

Empreender costuma ser associado à iniciativa, à coragem, à capacidade de assumir riscos e à disposição para transformar oportunidades em negócios. Todas essas características são importantes, mas existe uma virtude menos celebrada e, talvez por isso mesmo, frequentemente negligenciada: a organização.

Uma empresa pode nascer da criatividade de seu fundador, crescer pela força comercial de sua equipe e conquistar espaço graças a uma boa oportunidade de mercado. Entretanto, à medida que o negócio se desenvolve, aquilo que inicialmente podia ser administrado de maneira intuitiva passa a exigir método. Mais clientes significam mais compromissos; mais receita traz mais movimentações financeiras; mais funcionários ampliam as responsabilidades; mais patrimônio exige controles; e mais decisões aumentam a possibilidade de erros.

Nesse momento, a organização deixa de ser uma qualidade meramente pessoal e passa a representar uma verdadeira competência administrativa.

Ser organizado não significa manter uma mesa impecável, possuir uma agenda cheia de anotações ou utilizar o aplicativo de produtividade mais recente. Esses recursos podem ajudar, mas representam apenas manifestações exteriores da organização. Em sua essência, organizar significa estabelecer prioridades, definir responsabilidades, preservar informações, criar critérios e determinar uma sequência racional para aquilo que precisa ser realizado.

No ambiente empresarial, organização é a capacidade de colocar cada assunto em seu devido lugar — inclusive mentalmente.

Organização é uma forma de pensar

Existe uma diferença importante entre estar ocupado e estar administrando.

O empreendedor pode trabalhar durante muitas horas, responder dezenas de mensagens, participar de reuniões, resolver problemas de funcionários, acompanhar clientes e terminar o dia com a impressão de ter produzido muito. Ainda assim, é possível que as decisões realmente importantes tenham permanecido intocadas.

A rotina empresarial possui uma característica perigosa: ela produz urgências suficientes para ocupar todo o tempo disponível. Sempre haverá alguma mensagem a responder, algum documento para conferir, alguma pequena pendência operacional ou alguma pessoa aguardando uma decisão.

Se não houver organização, aquilo que aparece primeiro tende a ocupar o lugar daquilo que é mais importante.

É justamente aí que a organização demonstra seu valor. Ela cria uma estrutura mental e operacional capaz de separar urgência de importância, movimento de progresso e atividade de resultado.

O empreendedor organizado não necessariamente trabalha menos, tampouco possui menos problemas. Sua diferença está em saber onde concentrar atenção, quais assuntos precisam de sua participação e quais devem seguir por processos previamente estabelecidos.

Organizar, portanto, também significa escolher.

A desorganização cobra juros invisíveis

A desorganização empresarial raramente aparece no balanço patrimonial com esse nome. Seus efeitos, porém, podem ser encontrados em diversas partes da empresa.

Ela aparece no pagamento feito duas vezes, no contrato que ninguém encontra, no vencimento esquecido, na proposta comercial que não recebeu retorno, na compra desnecessária, na reunião que poderia ter sido evitada, no documento salvo no lugar errado, na informação que ficou exclusivamente na cabeça de uma pessoa e no compromisso assumido que não foi cumprido.

Separadamente, esses acontecimentos podem parecer pequenos. Repetidos durante meses e anos, transformam-se em desperdício de tempo, dinheiro e energia administrativa.

Existe ainda um custo menos perceptível: a perda de confiança.

Uma empresa que frequentemente esquece compromissos, atrasa respostas, perde documentos ou precisa constantemente perguntar novamente aquilo que já deveria saber transmite insegurança. Organização também comunica profissionalismo. Quando alguém cumpre aquilo que prometeu, encontra rapidamente uma informação, respeita prazos e mantém continuidade nas relações, cria previsibilidade.

E previsibilidade é uma das bases da confiança empresarial.

Por isso, a organização não deve ser compreendida somente como instrumento de produtividade. Ela também participa da construção da reputação.

Antes de organizar tarefas, organize prioridades

Uma das causas mais comuns da desorganização não está na falta de ferramentas, mas na ausência de prioridades claras.

Quando tudo parece importante, nada é verdadeiramente prioritário.

O empresário precisa compreender quais assuntos possuem maior impacto sobre a continuidade, a geração de valor e a segurança de seu negócio. Caixa, clientes, pessoas, contratos, obrigações fiscais, investimentos e decisões estratégicas não podem disputar atenção exatamente nas mesmas condições que pequenas demandas operacionais.

Isso exige capacidade de hierarquização.

Há assuntos que precisam ser resolvidos imediatamente. Outros podem esperar. Alguns devem ser delegados. Outros simplesmente não deveriam consumir tempo.

Uma boa pergunta diante de qualquer nova demanda é: qual será a consequência real se eu não tratar desse assunto agora?

Essa reflexão aparentemente simples reduz muito da falsa urgência que domina a rotina das empresas.

Organização exige saber dizer não, adiar conscientemente determinadas atividades e, principalmente, aceitar que o tempo é um recurso limitado. Toda escolha de agenda representa, inevitavelmente, uma renúncia.

Quem decide dedicar duas horas a determinada atividade também decidiu não utilizar essas mesmas duas horas em todas as demais possibilidades.

Por isso, administrar o tempo começa pela administração das prioridades.

A agenda é o orçamento do tempo

Empresas cuidadosas elaboram orçamentos financeiros porque sabem que recursos não podem ser utilizados indiscriminadamente. Curiosamente, muitos empreendedores que jamais aceitariam administrar dinheiro sem algum tipo de controle administram o próprio tempo sem qualquer critério semelhante.

A comparação é útil: a agenda funciona como um orçamento do tempo.

Assim como o dinheiro, o tempo precisa ser destinado conscientemente.

Determinados períodos devem ser reservados para decisões, análise de números, acompanhamento de projetos, reuniões importantes, relacionamento com pessoas e reflexão sobre o futuro da empresa. Se toda a agenda estiver ocupada pela operação corrente, dificilmente haverá espaço para pensar o negócio.

Isso não significa transformar o cotidiano empresarial em uma programação rígida e incapaz de absorver imprevistos. Empresas lidam com acontecimentos inesperados, e o empreendedor precisa conservar margem para eles.

A boa organização não elimina a flexibilidade; ela impede que a exceção se transforme em método permanente.

Uma agenda saudável possui compromissos definidos, espaços de concentração e alguma disponibilidade para aquilo que inevitavelmente surgirá. O problema começa quando o imprevisto passa a comandar todos os dias.

Nesse estágio, o empresário já não administra sua agenda. É administrado por ela.

A empresa não pode depender da memória do proprietário

Nos primeiros anos de um negócio, é relativamente comum que boa parte das informações esteja concentrada no próprio empreendedor. Ele conhece os clientes, lembra-se dos fornecedores, sabe os valores negociados, acompanha pessoalmente os pagamentos e guarda mentalmente boa parte dos compromissos.

Enquanto a estrutura permanece pequena, esse modelo pode funcionar.

O problema aparece quando a empresa cresce.

A memória individual não é um sistema administrativo.

Informações importantes precisam possuir endereço. Contratos devem estar arquivados segundo algum padrão. Obrigações precisam possuir responsáveis e datas. Decisões relevantes precisam ser registradas. Documentos devem poder ser encontrados por outras pessoas autorizadas. Processos recorrentes devem deixar de depender exclusivamente de alguém se lembrar de executá-los.

Quanto maior o negócio, mais perigosa se torna a concentração informal de conhecimento.

Uma organização empresarial madura procura transformar conhecimento individual em conhecimento institucional. Aquilo que é importante para a continuidade da empresa não deveria desaparecer porque determinada pessoa saiu de férias, adoeceu, deixou a organização ou simplesmente não se recordou.

Quando a empresa começa a registrar, padronizar e preservar informações, ela deixa de depender exclusivamente da memória das pessoas e começa a construir memória organizacional.

Esse é um avanço importante de gestão.

Delegar não é simplesmente transferir tarefas

O empreendedor desorganizado costuma enfrentar um paradoxo: reclama da quantidade de atividades sob sua responsabilidade, mas encontra enorme dificuldade para delegá-las.

Muitas vezes acredita que ninguém executará determinada tarefa tão bem quanto ele próprio. Em outras situações, até tenta delegar, porém transmite informações incompletas, não define autoridade, não estabelece prazo e posteriormente se frustra com o resultado.

Delegação sem organização produz retrabalho.

Para que uma responsabilidade seja verdadeiramente delegada, quem a recebe precisa compreender o que deve ser feito, qual resultado é esperado, até onde possui autonomia e quando deverá prestar contas.

Delegar não significa abandonar.

Significa transferir execução sem perder governança sobre aquilo que realmente importa.

Existe ainda uma consequência estratégica nesse processo. O empresário que permanece responsável por todas as pequenas decisões constrói uma empresa dependente de sua presença. O crescimento passa a encontrar um limite exatamente na capacidade pessoal do proprietário de responder, conferir, autorizar e acompanhar.

Nesse modelo, o próprio empreendedor se transforma no gargalo da organização.

Uma empresa organizada procura fazer o contrário: reserva ao empresário as decisões que justificam sua responsabilidade e cria mecanismos para que as demais atividades possam seguir adequadamente sem sua interferência permanente.

O objetivo não é tornar o proprietário dispensável. É impedir que ele seja necessário para aquilo que não necessita dele.

Processos são a memória prática da empresa

Todo negócio possui atividades que se repetem.

Contas são pagas. Clientes são atendidos. Compras são feitas. Contratos são elaborados. Estoques são conferidos. Propostas são encaminhadas. Funcionários são admitidos. Documentos são arquivados.

Quando cada repetição é tratada como se estivesse acontecendo pela primeira vez, a empresa desperdiça inteligência.

Organizar processos significa aprender com a própria experiência.

Se uma determinada atividade já foi executada inúmeras vezes, é razoável perguntar se existe uma maneira melhor, mais segura e mais simples de realizá-la. É dessa observação que surgem rotinas, procedimentos, checklists, padrões e responsabilidades definidas.

Processos não devem existir para burocratizar aquilo que poderia ser simples. Sua função é justamente o contrário: retirar da memória e da improvisação aquilo que pode ser previamente organizado.

A burocracia nasce quando o procedimento passa a existir para servir ao próprio procedimento.

A organização saudável nasce quando o procedimento serve ao resultado.

Essa distinção é fundamental.

Empresas excessivamente informais tornam-se dependentes das pessoas; empresas excessivamente burocráticas tornam-se prisioneiras dos processos. A boa administração procura o equilíbrio: padronizar aquilo que necessita de continuidade e preservar liberdade onde julgamento e capacidade de adaptação são necessários.

Informação demais também desorganiza

A tecnologia facilitou enormemente o armazenamento de informações, mas criou um novo problema administrativo: a possibilidade de guardar praticamente tudo.

Arquivos, mensagens, fotografias, relatórios, planilhas, documentos e conversas acumulam-se em diferentes sistemas. O resultado pode ser uma empresa com enorme quantidade de informação e pouca capacidade de encontrá-la quando necessário.

Guardar não é organizar.

Uma informação organizada precisa possuir lógica de classificação, localização previsível e algum critério de conservação.

O mesmo vale para a comunicação. Se uma decisão importante permanece perdida em uma sequência de mensagens informais, a empresa criou um risco desnecessário. Assuntos relevantes precisam migrar, quando necessário, da conversa para o registro.

O empreendedor organizado compreende que informação empresarial possui valor. Por isso, procura preservá-la de maneira que possa ser recuperada, compreendida e utilizada no futuro.

Isso também diminui a dependência da memória e reduz o número de decisões que precisam ser tomadas repetidamente.

Organizar é preparar a empresa para decidir melhor

Existe uma dimensão ainda mais importante da organização: sua relação com a qualidade das decisões.

Uma empresa cujas informações financeiras estão desorganizadas demora mais para compreender sua própria situação. Se não conhece corretamente contas a receber, compromissos futuros, custos, margens ou disponibilidade de caixa, o empresário passa a administrar parcialmente por impressão.

O mesmo ocorre em outras áreas.

Sem informações organizadas sobre clientes, contratos, estoques, pessoas ou projetos, cada decisão exige primeiro reconstruir aquilo que deveria estar disponível.

A organização reduz essa distância entre a pergunta e a resposta.

Isso não significa que boas decisões dependam exclusivamente de sistemas sofisticados. Pequenas empresas podem ser extremamente organizadas utilizando estruturas simples. Grandes empresas podem possuir sistemas complexos e continuar administrativamente confusas.

Ferramentas ajudam, mas método vem antes da ferramenta.

A melhor tecnologia é incapaz de organizar uma empresa que não sabe quais informações precisa preservar, quem responde por elas e para que serão utilizadas.

A organização precisa acompanhar o crescimento

Há uma desorganização característica das empresas que cresceram mais rapidamente do que seus métodos.

O negócio aumentou, mas os controles permaneceram iguais aos de quando possuía uma fração do tamanho atual.

É comum que determinados procedimentos funcionem perfeitamente durante os primeiros anos e depois se tornem insuficientes. O número de funcionários muda, a quantidade de clientes cresce, surgem novas unidades, aumentam os valores envolvidos e o patrimônio se torna mais relevante.

Cada estágio exige uma nova capacidade organizacional.

O empreendedor precisa perceber essa transição.

Crescer não significa apenas vender mais. Significa também desenvolver uma estrutura capaz de suportar aquilo que foi conquistado.

Quando o crescimento econômico não é acompanhado por crescimento administrativo, começam a aparecer sintomas: retrabalho, perda de informações, dificuldade de controle, concentração excessiva de decisões, falhas de comunicação e conflitos sobre responsabilidades.

Nesse sentido, organizar é também consolidar.

É criar condições para que aquilo que foi construído não dependa permanentemente do improviso.

Organização não é rigidez

Existe uma interpretação equivocada segundo a qual pessoas organizadas seriam necessariamente inflexíveis, excessivamente metódicas ou incapazes de lidar com mudanças.

Na boa gestão ocorre justamente o contrário.

Quem possui alguma ordem consegue adaptar-se melhor porque sabe o que está alterando.

Quando prioridades, informações e responsabilidades estão claras, uma mudança pode ser incorporada conscientemente. Na desorganização, qualquer acontecimento novo mistura-se a um ambiente já confuso e aumenta ainda mais a dificuldade de decisão.

Organização não significa tentar controlar todos os acontecimentos. Nenhum empreendedor possui esse poder.

Significa estar preparado para responder a eles.

A empresa organizada continuará enfrentando crises, imprevistos, erros, mudanças econômicas, problemas com pessoas e decisões difíceis. A diferença é que enfrentará essas situações com melhores informações, responsabilidades mais claras e menor dependência da improvisação.

A disciplina invisível da boa administração

Poucas pessoas observam diretamente a organização de uma empresa. O que elas percebem são seus efeitos.

O cliente percebe a resposta recebida no prazo. O fornecedor percebe o compromisso honrado. O funcionário percebe que sabe a quem recorrer. O contador recebe os documentos corretos. O advogado encontra contratos preservados. O sócio compreende os números. O empresário consegue recuperar uma informação sem precisar reconstruir toda a história.

Por trás dessas pequenas manifestações existe uma estrutura administrativa.

É por isso que organização pode ser considerada uma disciplina invisível da gestão.

Ela raramente aparece entre as grandes histórias de empreendedorismo. Não possui o fascínio da inovação, a dramaticidade do risco ou a visibilidade de uma grande negociação. Entretanto, grande parte da permanência das empresas depende exatamente da execução consistente de atividades que jamais receberão qualquer destaque.

Empreender exige iniciativa.

Gerir exige ordem.

E existe uma fase na trajetória empresarial em que continuar avançando passa a depender menos da capacidade de fazer cada vez mais coisas e muito mais da capacidade de organizar aquilo que já está sendo feito.

O empreendedor organizado não é aquele que consegue manter tudo sob seu controle.

É aquele que constrói uma empresa na qual o que precisa ser feito tem responsável, o que precisa ser lembrado está registrado, o que precisa ser decidido recebe atenção e o que precisa continuar não depende exclusivamente de sua presença.

Essa talvez seja uma das formas mais maduras de organização empresarial.

Bom trabalho e grande abraço.

Adm. Rafael José Pôncio




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