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sábado, 16 de outubro de 2021

O sucesso depende das nossas atitudes



Existe uma linha tênue entre ser um empreendedor de sucesso e fracassar. As variáveis nem sempre são controláveis. Porém, algumas delas estão bem aqui, em nossas mãos. Talvez a mais importante seja exatamente como agimos. Seja em situações de stress, caos, alta complexidade ou apenas na forma com que tratamos o outro.


Portanto, podemos dizer que o sucesso depende das nossas atitudes, ou de nossa maneira de conduzir relacionamentos nas diversas situações que atravessamos na vida profissional. Certamente, o mesmo acontece em nossa vida pessoal. E é sobre isso que quero falar hoje.


Mas de onde tirei a ideia de tratar sobre este tema? O World Economic Forum prevê que 65% dos empregos não existirão mais daqui a 15 anos. Isso significa que empreender é a chave para a sobrevivência em quase todos os setores. Ou seja, muita gente vai criar novos negócios, trazer novas soluções, mas muita gente vai quebrar. E não queremos isso.


A verdade é que muitos de nós estamos enxergando essas mudanças e desafios desde já. E nos preparando para esses próximos 15 anos, criando ideias e projetos que vão de acordo com as novas necessidades de uma população que se encontra no auge de uma pandemia. Então, que seja o preparo para um futuro de muito sucesso!

 

O que significa sucesso para você?

 

A palavra sucesso carrega significados bastante distintos:

 

  • fazer diferença no mundo;

  • alcançar seus objetivos;

  • poder trabalhar no que se ama;

  • realização;

  • crescer na carreira;

  • concluir projetos;

  • conseguir prover o melhor para sua família.

 

Essencialmente, algo é considerado sucesso quando o resultado esperado dá certo! Mas no fundo, trata-se de um sentimento. Você sente que pertence, que está sendo notado, que seu trabalho faz bem ao próximo e a você mesmo. Isto é, o conceito sucesso vai mudar diariamente, dependendo do seu momento. Mas, para que ele exista, você precisa ter as atitudes certas, e nomeei aqui oito principais ações para o cotidiano profissional, podemos chamar de chaves para o sucesso.


As 8 chaves do sucesso são:

 

  • Determinação;

  • Competência;

  • Paixão;

  • Disciplina;

  • Adaptabilidade;

  • Persistência;

  • Coragem;

  • Uma pequena dose de sorte.

 

Qualquer pessoa consegue claramente enxergar nesta lista de 8 chaves que, tirando a sorte do fator consequência, todas são decisões. Atitudes. Logo, o empreendedor de sucesso é aquele que não conta com a sorte. Mas compreende que a porta só se abre, quando todas as chaves estão em perfeita harmonia e conexão.

 

Ainda que existam métricas claras, como número de clientes, lucro, nível de satisfação dos seus clientes e colaboradores, que possam indicar sucesso ou fracasso do seu negócio, talvez seja mais importante focar em quais são as chaves que você pode ou precisa lapidar melhor. Assim, a garantia de sucesso volta para suas mãos. E você não fica à mercê da sorte!

 

Meu sucesso depende do outro

 

Você pode analisar listas que falam detalhadamente dos maiores empreendedores do Brasil ou até os 20 mais famosos empreendedores do mundo. Cada um deles terá uma frase de impacto, uma lição de vida, e talvez sua própria explicação do que significa sucesso. Mas uma coisa eu te garanto: absolutamente todos dirão que não existe sucesso individual.

Certamente, o time de cada um desses homens e dessas mulheres sempre foi recheado de verdadeiros talentos. Logo, se você quer empreender com sucesso, construa seu próprio exército. E faça o possível para manter um grupo forte e unido. Pense em ações que promovam engajamento! Procure motivar seus colaboradores a caminhar lado a lado com você. Crie modelos de trabalho onde talentos sejam inspiração para os colegas, fortalecendo assim uma cultura de aprimoramento contínuo. 

Afinal, comecei este artigo falando sobre atitudes. Lidere, oriente e motive para que consiga, organicamente, alcançar seus resultados.


Bom trabalho e grande abraço.


Autor: Adm. Rafael José Pôncio

Publicado em: 06 de julho de 2021

Especial: artigos no Espaço Opinião CRA-RJ

Link fonte: https://espacoopiniao.adm.br/o-sucesso-depende-das-nossas-atitudes/
 


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6 dicas para conquistar e manter a autoconfiança ao empreender


        Reprodução permitida, desde que mencionado o Nome do Autor e o link fonte.       

domingo, 12 de setembro de 2021

As 5 principais habilidades dos empreendedores de sucesso


Empreender tem se mostrado uma alternativa promissora para muitas pessoas, seja por necessidade ou por realização pessoal e a vontade de ter o próprio negócio. Entretanto, entre quem deseja iniciar nessa empreitada, há um questionamento comum: que habilidades essenciais os empreendedores de sucesso compartilham?
Nesse sentido, é importante destacar que as habilidades necessárias para empreender não precisam ser inatas. Ou seja, caso você não identifique nenhum desses comportamentos entre as suas características, saiba que eles podem ser desenvolvidos e aprimorados.
Mas, primeiro é importante entender quais são essas habilidades mais relevantes. É o que me proponho com este post: listar as principais competências de um empreendedor de sucesso.
Acompanhe a leitura e confira!

1. Liderança

Liderar não é tarefa fácil, mas para o crescimento de todo negócio é necessário um bom líder, que saiba como comandar e direcionar uma equipe.
Mesmo que a sua empresa comece pequena, com poucos funcionários ou até mesmo só com você (a famosa “eupresa”), quando as coisas começarem a dar certo, inevitavelmente — e isso é um bom sinal, será preciso contratar pessoas e gerenciá-las.
Assim, é importante desenvolver habilidades de liderança para distribuir funções, delegar tarefas, traçar e acompanhar metas e resultados. Um bom líder consegue influenciar positivamente as pessoas para o cumprimento de um objetivo em comum.

2. Resiliência

Apesar de as redes sociais, muitas vezes, mostrarem o contrário, empreender é um caminho tortuoso, cheio de obstáculos. É preciso estar ciente que nem sempre as coisas sairão como o programado, haverá momentos de frustração e dificuldades.
Por isso, ser resiliente é uma habilidade que deveria ser inerente a todo empreendedor. Caso contrário, você desistirá e jogará tudo para o alto diante das primeiras adversidades, que, garanto, não serão poucas. Ter persistência e insistir, mesmo com os contratempos, é essencial.

3. Proatividade

Para empreender, é fundamental saber que nada virá até você. Portanto, ter proatividade e ter a iniciativa para correr atrás dos seus objetivos e metas, tomar decisões e encontrar oportunidades de negócio é indispensável para que a empresa prospere.
É sempre bom lembrar que empreender é enfrentar desafios e assumir riscos. Dessa maneira, além de ser proativo, você também precisa ter coragem para se arriscar, seja diante das situações desafiadoras ou mesmo para tirar as ideias do papel.

4. Criatividade 

Muita gente acredita que só quem nasce com a habilidade da criatividade é capaz de ser criativo, o que é um engano. A criatividade pode sim ser desenvolvida.
Ter criatividade ao empreender é importante não só no sentido de ter ideias inovadoras para o seu negócio, mas, principalmente, para encontrar soluções para os problemas com os recursos disponíveis (que são geralmente limitados).
Nesse sentido, podemos dizer que aumentar o repertório criativo é essencial para o gerenciamento de crises. Além disso, é importante ser flexível para se adaptar às mudanças de cenário e recalcular a rota.

5. Busca constante por aprendizado e desenvolvimento 

Mesmo no comando de negócios bem-sucedidos, os empreendedores de sucesso jamais deixam de adquirir conhecimento e se atualizar. Quem fica parado e não investe constantemente no processo de aprendizado tem grandes chances de ser passado para trás pela concorrência.
Afinal, as mudanças tecnológicas e o surgimento de produtos e serviços inovadores vêm acontecendo em uma velocidade absurda, revolucionando mercados em poucos anos.
Por essa razão, para ter sucesso em seu negócio, leia, pesquise, invista em novos conhecimentos, faça cursos e participe de conferências e eventos da sua área. Faça isso de maneira contínua, nunca deixe de aprender e de se qualificar.
As habilidades listadas neste artigo são as que considero primordiais para os empreendedores de sucesso. Mas, claro, há muitas outras em jogo que, somadas a essas, ajudarão potenciais empreendedores a alcançarem bons resultados com seus negócios. Porém, se a princípio você focar no desenvolvimento dessas 5 competências que apresentei, garanto que não se arrependerá. Vamos lá?
Bom trabalho e grande abraço.
Autor: Adm. Rafael José Pôncio Publicado em: 06 de julho de 2021 Especial: artigos no portal Administradores.com Link fonte: https://administradores.com.br/artigos/as-5-principais-habilidades-dos-empreendedores-de-sucesso



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Comprometimento: um valor importante para um profissional de sucesso



        Reprodução permitida, desde que mencionado o Nome do Autor e o link fonte.       

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Comprometimento: um valor importante para um profissional de sucesso

valor humano Compromisso
Comprometer-se… para muitos, essa é uma atitude que anda de mãos dadas com o sucesso. E é a mais pura verdade. O comprometimento é essencial para o êxito individual ou coletivo, seja na esfera pessoal ou profissional.
Para exemplificar, posso citar algo simples, como a prática de exercícios. Entra ano, sai ano, e a meta de praticar exercícios físicos regularmente está sempre no topo das listas de resoluções para o novo ano. No entanto, mal janeiro chega ao fim e o objetivo já é deixado de lado. Fato é que poucos assumem o compromisso de cumprir o que se propõe com essas listas, ou seja, de ter comprometimento e determinação para buscar um resultado.
Seguindo esse raciocínio, no trabalho, o comprometimento de um profissional é o que irá diferenciá-lo e o ajudará a galgar objetivos mais altos. Neste artigo, quero lhe mostrar a importância do comprometimento, de que forma você pode desenvolver esse valor humano e como ele se relaciona com o empreendedorismo. Entenda!
O que significa ter comprometimento?
Em seu significado mais amplo, comprometimento é ter um nível de responsabilidade em relação a algo ou alguém. A maneira como essa característica reflete nas ações e atitudes frente as responsabilidades assumidas definirão o nível de compromisso que uma pessoa tem em determinada situação.
Seja no contexto corporativo ou pessoal, a questão é que nós nos comprometemos a todo momento, sem nos darmos conta. A forma como encaramos esse compromisso é que será determinante, em ambos os casos.
Por que o comprometimento é importante no âmbito profissional?
Comprometimento também diz respeito à qualidade na entrega, à consciência de fazer o melhor e a buscar resultados pautados na excelência. Por essa razão, profissionalmente, o comprometimento é uma das características mais importantes, tanto para quem é funcionário, quanto para quem é dono de um negócio.
Afinal, é impossível que se tenha sucesso onde há falta de comprometimento. Ele é determinante para o alcance de metas e objetivos, e profissionais descompromissados, relapsos e de baixo desempenho comprometem o crescimento e o alcance de bons resultados. O próximo passo é fechar as portas.
Comprometimento e empreendedorismo: qual a relação entre eles?
Um estudo realizado pelo psicólogo americano, David McClelland, da Universidade de Harvard, levantou as 10 características de comportamentos mais presentes entre os empreendedores de sucesso. Consistem em competências que todo empreendedor em potencial deve buscar desenvolver se deseja ser bem-sucedido nessa empreitada.
Pois, veja bem, entre elas está justamente o comprometimento. Não preciso falar mais nada. Em um caminho repleto de desafios, como é a jornada empreendedora, não é mesmo uma surpresa que o compromisso com o seu negócio, ideia, serviço ou produto seja um valor essencial. 
Como desenvolver o comprometimento como valor pessoal?
Diante da importância do comprometimento em nossas vidas profissionais, gostaria de salientar que essa é uma característica que todos podemos aprimorar, todos podemos ser mais comprometidos e responsáveis com as nossas entregas e elevar o nosso potencial. Confira algumas dicas a seguir. 
Seja pontual
Esse é o ponto de partida. Prezar pela pontualidade é fundamental para quem quer desenvolver uma postura de comprometimento, seja respeitando prazos estabelecidos de entrega ou horários de chegada em compromissos agendados. 
Tenha foco
Tenha em mente onde quer chegar e foque nesse objetivo. Trace metas e estratégias que o levarão até o resultado esperado e se comprometa com elas. Muitas vezes, nos distraímos do foco e passamos a viver para onde o vento leva, isso atrapalha a consolidação do processo de comprometimento com o nosso propósito.
Termine o que começou
Sabe a história que eu contei lá no início? Sobre os exercícios? O primeiro passo para abalar o comprometimento é deixar as coisas pela metade. Portanto, termine tudo o que começar. Isso é importantíssimo, principalmente para a imagem profissional, além de reforçar a questão da responsabilidade.

Agora é com você. Saiba que ninguém perde sendo um profissional comprometido. Pelo contrário. Comprometimento é algo bem requisitado no mercado e só é de fato colocado à prova diante das responsabilidades que um cargo pode demandar. Não perca a chance de mostrar o seu melhor!
Bom trabalho e grande abraço.
Rafael José Pôncio, PROF. ADM.



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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Qual a principal característica de todo empreendedor de sucesso?

Persistência nos negócios: como continuar sem insistir no erro

Empreender exige disposição para enfrentar dificuldades, aprender com os resultados e rever escolhas sem abandonar o compromisso com aquilo que se pretende construir.

Quando o entusiasmo encontra a dificuldade

Uma proposta que parecia encaminhada não se transforma em venda. Um produto no qual o empreendedor depositou confiança recebe pouca atenção. O trabalho ocupa a semana inteira, mas o resultado fica abaixo do esperado. Nessas circunstâncias, continuar exige mais do que o entusiasmo que acompanhou o início do negócio.

É compreensível sentir desânimo quando o esforço ainda não produziu a resposta desejada. Há tempo, dinheiro e expectativas envolvidos, além da responsabilidade com as pessoas que participam do empreendimento. A dificuldade ganha um peso maior quando o empreendedor começa a interpretar cada resultado ruim como uma avaliação de sua própria capacidade.

A persistência ajuda a enfrentar esse momento. Ela permite que uma frustração não encerre prematuramente um trabalho que ainda pode amadurecer. Entretanto, precisa vir acompanhada de discernimento. Continuar só porque já se começou, sem examinar o que está acontecendo, pode prolongar um problema em vez de resolvê-lo.

Por isso, seria exagerado atribuir o sucesso de um empreendimento a uma única característica. A persistência tem importância, mas não substitui o conhecimento do negócio, a qualidade da entrega ou o cuidado com os recursos. Seu valor aparece quando sustenta o trabalho necessário para compreender as dificuldades e responder a elas.

Persistir não significa fazer sempre a mesma coisa

O empreendedor pode manter um objetivo e modificar a maneira de alcançá-lo. Desejar construir uma empresa economicamente saudável não obriga ninguém a conservar indefinidamente o mesmo produto, o mesmo público ou a mesma forma de vender.

Considere uma empresa de serviços que envia muitas propostas e fecha poucos contratos. Diante disso, seu responsável decide aumentar o número de contatos. Essa medida pode fazer sentido, mas ainda não responde a uma questão importante: por que as propostas anteriores não avançaram? Talvez estejam chegando às pessoas erradas, apresentem informações insuficientes ou ofereçam algo que o cliente não considera prioritário.

Sem investigar essas possibilidades, o empreendedor corre o risco de ampliar um esforço cuja limitação ainda não compreendeu. A persistência se torna mais útil quando o leva a conversar com os clientes, rever a apresentação da oferta e testar uma mudança que tenha fundamento. O objetivo permanece; o caminho passa a incorporar aquilo que foi aprendido.

Isso também não significa abandonar uma iniciativa ao primeiro resultado insatisfatório. Certos trabalhos exigem repetição, tempo de execução e acompanhamento antes que seja possível avaliá-los. Alterar a estratégia a cada dificuldade pode impedir que qualquer escolha seja suficientemente desenvolvida.

Persistir exige tanto disposição para corrigir quanto paciência para acompanhar uma decisão bem fundamentada. A dificuldade está em reconhecer qual dessas atitudes a situação pede, sem escolher apenas aquela que oferece maior conforto no momento.

O erro precisa produzir uma mudança no trabalho

Dizer que os erros fazem parte do aprendizado é insuficiente quando nada muda depois deles. Uma falha pode deixar apenas prejuízo, desgaste e uma explicação repetida. Para que se transforme em aprendizado, é necessário compreender o que aconteceu e utilizar essa compreensão nas decisões seguintes.

Um orçamento que não considerou todas as despesas, por exemplo, pode resultar em uma venda que trouxe movimento, mas não deixou o resultado esperado. A resposta não deveria se limitar a trabalhar mais para compensar a diferença. É preciso revisar a formação do preço e verificar quais informações faltaram antes de assumir o compromisso.

Há situações em que o problema estará na execução; em outras, na própria escolha. Também haverá circunstâncias externas que o empreendedor não poderia controlar. Essa distinção importa porque cada origem pede uma providência diferente. Atribuir tudo ao mercado impede reconhecer falhas internas, assim como assumir culpa por qualquer dificuldade não melhora a capacidade de administrar.

O exame precisa ser honesto, sem se transformar em julgamento pessoal. Uma decisão inadequada não resume a competência de quem a tomou. Ainda assim, reconhecer o erro exige disposição para abandonar a explicação que mais protege o próprio orgulho e procurar aquela que melhor esclarece os fatos.

A humildade, nesse ponto, tem uma aplicação prática: permitir que uma informação nova modifique uma convicção antiga. Quem admite que pode ter avaliado mal uma situação conserva a possibilidade de corrigi-la antes de comprometer ainda mais recursos.

A constância aparece no trabalho que se repete

A persistência também se manifesta longe das grandes crises. Está em acompanhar uma negociação, organizar as informações do negócio, conferir uma entrega e retomar uma providência que ainda não foi concluída. São atividades que nem sempre despertam entusiasmo, embora façam parte da responsabilidade assumida.

Um empreendedor pode demonstrar muita energia para iniciar projetos e pouca disposição para acompanhar seu desenvolvimento. Surgem ideias, campanhas e produtos, mas o trabalho anterior fica incompleto. Nessa situação, a dificuldade talvez não seja falta de iniciativa. Pode ser a necessidade de sustentar a atenção depois que a novidade passou.

A constância ajuda a dar continuidade ao que merece ser feito. Para isso, precisa existir alguma clareza sobre prioridades. Uma agenda cheia não significa necessariamente que o negócio esteja avançando. É possível passar o dia resolvendo assuntos secundários e adiar justamente a conversa, a análise ou a correção que faria diferença.

Também é necessário estabelecer momentos de avaliação. Retomar uma ação não deveria significar repeti-la indefinidamente sem observar seus efeitos. O acompanhamento permite verificar se houve melhora, se a dificuldade mudou de forma ou se chegou a hora de reconsiderar a iniciativa.

Essa disciplina não exige que o empreendedor esteja sempre animado. Exige um modo de trabalhar que não dependa exclusivamente de seu estado de espírito. Há dias em que o avanço será pequeno, mas ainda assim haverá um compromisso a cumprir ou um problema que poderá ser encaminhado.

Ouvir uma crítica não significa abandonar a própria convicção

Quem empreende precisa desenvolver confiança suficiente para decidir, inclusive quando outras pessoas discordam. Mas essa confiança perde utilidade quando impede a entrada de informações que poderiam melhorar a decisão.

Nem toda crítica merece orientar o negócio. Algumas são vagas, desconsideram o contexto ou partem de expectativas incompatíveis com a proposta da empresa. Outras, porém, mostram algo que o empreendedor deixou de perceber. A tarefa está em examinar seu conteúdo, em vez de aceitar ou rejeitar tudo conforme o desconforto que a observação provoca.

Quando um cliente reclama, convém compreender o ocorrido antes de concluir que ele é exigente demais. Quando um integrante da equipe aponta uma dificuldade recorrente, é preciso investigar antes de interpretar sua fala como resistência ao trabalho. A proximidade com o problema pode oferecer a essas pessoas uma percepção que não chegou a quem dirige o negócio.

A autoconfiança não precisa tornar o empreendedor impermeável à realidade. Ele pode ouvir, pedir esclarecimentos e continuar discordando, desde que a decisão resulte de exame, e não apenas da necessidade de preservar sua posição.

Da mesma maneira, pedir ajuda não diminui o mérito de quem empreende. Reconhecer que determinado assunto exige conhecimento que ainda não se possui é uma forma responsável de continuar. A persistência não obriga ninguém a resolver tudo sozinho.

O negócio precisa de tempo, mas também de limites

É importante ter paciência com o desenvolvimento de um empreendimento. Contudo, essa paciência não deve servir para tratar prejuízos recorrentes como uma passagem obrigatória para o sucesso. Uma dificuldade pode ser temporária; também pode revelar que a operação precisa de mudanças mais profundas.

O empreendedor deve procurar distinguir essas situações. Há sinais de procura pelo que oferece? As vendas deixam resultado depois dos custos envolvidos? As alterações realizadas estão melhorando o funcionamento da empresa? Quanto ainda será necessário comprometer para avaliar a proposta com mais segurança?

Essas perguntas não eliminam a incerteza, mas tornam a continuidade mais consciente. Em vez de seguir apenas com a esperança de que o próximo mês será melhor, o responsável passa a acompanhar condições que podem confirmar ou enfraquecer suas expectativas.

Também é prudente estabelecer limites para o dinheiro e o tempo destinados a uma tentativa. Isso não equivale a desistir antecipadamente. Significa reconhecer que os recursos têm outras responsabilidades e que a decisão de continuar precisa considerar o que ainda está disponível.

O mesmo cuidado vale para o desgaste pessoal. Dedicação faz parte de empreender, mas a exaustão permanente não deveria ser utilizada como prova de comprometimento. Quando o negócio depende continuamente de sacrifícios que ninguém consegue sustentar, seu funcionamento precisa ser revisto. Trabalhar além dos próprios limites pode adiar uma dificuldade sem corrigir sua origem.

Rever uma escolha também pode ser um ato de responsabilidade

Há decisões especialmente difíceis porque carregam uma parte da história do empreendedor. Encerrar um produto, desfazer uma parceria ou abandonar um projeto pode parecer uma negação do esforço realizado. Quanto maior o envolvimento, mais delicado se torna admitir que aquele caminho talvez não deva continuar.

O que já foi investido merece ser compreendido, mas não pode ser a única razão para investir novamente. O tempo e o dinheiro empregados não serão recuperados apenas porque a pessoa se recusa a interromper uma tentativa. A próxima decisão precisa considerar as possibilidades existentes, os compromissos assumidos e as consequências de seguir adiante.

Isso não diminui a importância da persistência. Ajuda a direcioná-la. É possível deixar de oferecer um serviço e continuar construindo uma empresa melhor preparada. É possível encerrar um empreendimento de maneira responsável e utilizar o conhecimento adquirido em outra atividade. Também é possível concluir que a proposta permanece válida e sustentá-la com ajustes, mesmo diante de dificuldades relevantes.

A questão não se resolve pelo orgulho de nunca desistir, tampouco pela vontade de se livrar rapidamente do desconforto. Exige avaliar o que continua tendo fundamento e o que está sendo mantido apenas porque abandoná-lo seria emocionalmente difícil.

A persistência que merece ser cultivada é aquela que mantém o empreendedor disposto a trabalhar, aprender e responder por suas escolhas. Ela não promete que todo esforço terminará em sucesso. Oferece uma postura diante das dificuldades: não se deixar paralisar pela primeira frustração, mas também não fechar os olhos para o que a experiência está mostrando.

Ao enfrentar o próximo obstáculo, vale ir além da pergunta sobre ter forças para continuar. É preciso compreender o que deve ser mantido, o que precisa mudar e por que o esforço seguinte merece ser realizado. A resposta pode dar à persistência uma direção mais útil do que a simples obrigação de seguir em frente.

Bom trabalho e grande abraço.

Rafael José Pôncio, PROF. ADM.



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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

O que é vantagem competitiva? Qual a importância e como desenvolver


Sabe aquele segredo que os empreendedores de sucesso têm?
Aquele guardado a sete chaves, apontado como um dos grandes responsáveis pela vitalidade e permanência das empresas no mercado?

Ele tem nome: vantagem competitiva.

E já começo afirmando que encontrá-la deve ser uma meta de todo empreendedor que almeja triunfar.

O que é vantagem competitiva e como desenvolvê-la?

É o que muitos chamam também de diferencial de mercado.

É aquela característica sua, única, que só você ou sua empresa pode oferecer para o público.

Mas o que poderia ser essa qualidade que te coloca à frente de seus concorrentes?

Vamos de exemplo para explicarmos melhor.

Imagine que você é dono de uma hamburgueria.

É bem provável que tenha estudado um pouco este mercado e saiba sobre muitas outras empresas especializadas no seu produto e possivelmente com hambúrgueres de qualidade.

Como você poderia ganhar uma fatia deste mercado concorrido e tornar seus clientes fieis a seu produto e serviço?

A resposta é fácil: identifique e desenvolva sua vantagem competitiva.

Você tem um tempero diferenciado?

Um molho com ingredientes que são segredo de família?

A sua combinação de ingredientes é única e escolhida a dedo?

A sua batata frita chega para o cliente crocante e sequinha, com um sabor inigualável?

Esses são alguns tipos de perguntas a se fazer para conhecer melhor a sua empresa.

Outra importante atitude é traçar uma análise de mercado, identificando os pontos positivos valorizados pelos clientes na hora de fazer uma escolha de compra.

Não preciso dizer que os pontos negativos também deverão ser levados em conta.
Ter ciência do que evitar é tão importante quando saber o que fazer.

Um time poderoso


A sua vantagem competitiva pode estar também na formação de uma equipe de peso.

Quanto mais qualificado for seu time, maior será a chance de sua empresa se destacar no mercado.

Profissionais gabaritados e com habilidades raras geram valor à sua expertise.

Isso motiva a confiança do consumidor e pode atrair parceiros e investidores.

Um time poderoso e motivado


De nada adianta ter um time cheio de habilidades se ele não tiver um bom motivo para mostrá-las.

A associação de qualificação e motivação é chave para o sucesso de uma equipe.

Equipe feliz trabalha mais feliz e tende a produzir melhor.

O resultado não pode ser outro, é prosperidade na certa.

Tenha um serviço personalizado


A máxima de que o cliente quer se sentir único continua sendo verdade.

Basta pensar se quando está em seu papel de consumidor gosta quando se sente só mais um cliente.

Todo mundo quer ter uma experiência incrível, mesmo que inicialmente não tenha esse pensamento.

Por qual empresa acha que o consumidor terá uma inclinação na hora de escolher um produto ou serviço: aquela que o trata como só mais um ou a que fornece para ele uma experiência de compra personalizada e completa?

Acertou quem escolheu a última alternativa.

Tenha em mente que todo cliente, do menor ao maior, tem a mesma importância para a saúde de seu negócio. 

Qual é a principal importância da vantagem competitiva para seu negócio?


O maior benefício de encontrar sua vantagem competitiva é ver seu negócio se tornar referência para os clientes.

É uma propaganda que se vende por si, sem muito esforço.

Quem buscar seu produto ou serviço já saberá o que esperar.

E quando o cliente sabe exatamente o que quer e te procura por conhecer seu trabalho, aí é lindo!

Quem acha que a vantagem competitiva é fundamental está um passo a frente dos concorrentes que não a valorizam ou sequer a conhecem.

Bom trabalho e grande abraço.

Adm. Rafael José Pôncio




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terça-feira, 27 de outubro de 2015

Exigência de qualidade e excelência: o que é?

Exigência de qualidade e excelência: o que é?


Qualidade e excelência: a responsabilidade de fazer bem o trabalho

O cuidado com o cliente começa na promessa, aparece na execução e se confirma na maneira como a empresa responde pelo que entrega.

A boa impressão precisa chegar até o fim

Imagine contratar a instalação de um equipamento e receber, no horário combinado, uma equipe cordial e bem apresentada. O atendimento começa bem. Ao final, porém, o equipamento não funciona corretamente, o ambiente fica desorganizado e a solução depende de uma nova visita. A simpatia da equipe continua sendo uma qualidade, mas o serviço ainda não foi concluído como deveria.

Para o cliente, o problema vai além da falha técnica. Será necessário reorganizar a agenda, explicar novamente o que aconteceu e acompanhar uma solução pela qual já havia pago. Parte do trabalho da empresa acabou sendo transferida para ele.

É nesse tipo de situação que a exigência de qualidade deixa de ser uma expressão bonita e passa a representar uma responsabilidade concreta. Quem empreende precisa olhar para o negócio a partir daquilo que realmente chega ao cliente, considerando o produto, o atendimento, o prazo e as condições em que o compromisso foi cumprido.

Uma apresentação cuidadosa ajuda a conquistar interesse. A qualidade do trabalho é que permite sustentar a promessa feita durante a venda. Quando há distância entre essas duas coisas, a empresa pode estar dedicando mais atenção a convencer o cliente do que a atendê-lo.

Qualidade, eficiência e excelência precisam caminhar juntas

Qualidade diz respeito à adequação do que se entrega à necessidade que se pretende atender e ao compromisso assumido. Um produto deve funcionar para a finalidade anunciada. Um serviço precisa resolver o problema para o qual foi contratado. Preço, prazo, acabamento, segurança e atendimento participam dessa avaliação conforme a natureza do negócio.

Isso não significa que toda empresa deva oferecer a opção mais sofisticada do mercado. Uma refeição simples pode ser bem preparada, um produto acessível pode ser confiável e um serviço sem grandes luxos pode ser executado com competência. O cliente precisa encontrar correspondência entre aquilo que lhe foi apresentado e aquilo que recebeu.

A eficiência entra na maneira de realizar esse trabalho. Envolve utilizar tempo, materiais, dinheiro e capacidade da equipe sem desperdícios que poderiam ser evitados. Uma empresa que entrega corretamente, mas precisa refazer parte do serviço a cada pedido, ainda tem um problema administrativo a resolver.

A excelência, nessa perspectiva, está no cuidado continuado com esse conjunto. Não depende de um gesto extraordinário em uma ocasião especial. Exige atenção suficiente para manter um bom padrão, reconhecer falhas e melhorar a forma de trabalhar. Fazer bem uma vez é uma realização; organizar o negócio para repetir essa qualidade é uma responsabilidade de gestão.

O cliente nem sempre precisa ser surpreendido

Existe uma preocupação compreensível em encantar o cliente. O problema surge quando a busca por uma experiência extraordinária ocupa o lugar de necessidades bastante comuns: receber o pedido correto, encontrar informações claras, ser atendido com respeito e obter uma solução quando algo dá errado.

Um brinde pode ser agradável. Não compensa uma entrega incompleta. Uma embalagem elaborada pode valorizar o produto, mas não corrige um defeito. Antes de perguntar como surpreender, o empreendedor deveria examinar se o básico está sendo cumprido de maneira confiável.

Conhecer o cliente começa por prestar atenção ao trabalho que ele precisa fazer para comprar, utilizar e, eventualmente, resolver um problema com aquilo que adquiriu. Em quais momentos surgem dúvidas? Que informações precisam ser repetidas? Por que determinados pedidos voltam? Uma reclamação pode revelar uma falha específica, mas também pode mostrar que a empresa deixou de perceber uma dificuldade recorrente.

Ouvir com atenção não significa concordar com qualquer exigência. Há pedidos que ultrapassam o que foi contratado e expectativas que precisam ser esclarecidas. A qualidade do atendimento também aparece na capacidade de explicar limites sem hostilidade e de distinguir uma solicitação adicional de uma correção que já era responsabilidade da empresa.

Prometer menos do que se pode entregar, apenas para criar uma surpresa, tampouco precisa ser uma estratégia. O caminho mais sólido é apresentar com clareza aquilo que o negócio consegue fazer e assumir esse compromisso com seriedade.

Excelência não é perfeccionismo

A exigência de qualidade pode perder sua medida quando o empreendedor passa a tratar qualquer detalhe como motivo para adiar, refazer ou impedir uma entrega. O trabalho nunca parece suficientemente bom, as orientações mudam durante a execução e a equipe deixa de saber qual resultado será considerado adequado.

Há diferença entre uma falha que compromete o uso do produto e uma preferência pessoal sobre sua apresentação. Segurança, funcionamento e condições essenciais do que foi contratado exigem cuidado antes da entrega. Outros aperfeiçoamentos podem ser desenvolvidos gradualmente, sem impedir que uma solução adequada chegue ao cliente.

Pense em quem precisa colocar uma página de vendas em funcionamento. Informações corretas, meios de contato acessíveis e um processo de compra que funcione merecem prioridade. Passar semanas alterando pequenos detalhes visuais, enquanto erros no pedido permanecem sem solução, revela uma escolha inadequada de atenção.

O perfeccionismo também pode esconder a dificuldade de estabelecer um padrão. Quando o empreendedor diz apenas que deseja “algo excelente”, deixa para os outros a tarefa de descobrir o significado dessa exigência. É mais útil explicar o resultado esperado, as falhas que não podem ser admitidas e o que será observado na avaliação do trabalho.

Melhorar continuamente pressupõe que existam entregas a partir das quais aprender. A exigência precisa elevar a qualidade sem transformar o medo de errar em impedimento para realizar.

O desperdício que se tornou parte da rotina

Nem todo desperdício aparece em uma lixeira. Há tempo perdido procurando informações, dinheiro gasto com deslocamentos que poderiam ter sido evitados e esforço consumido por tarefas que precisam ser refeitas. Um pedido anotado de forma incompleta pode passar por várias pessoas antes de alguém perceber que falta justamente a informação necessária para executá-lo.

Quando esse tipo de ocorrência se repete, surge o risco de ser tratado como característica inevitável do negócio. A equipe já sabe improvisar uma solução, o empreendedor se acostuma a intervir e o custo do problema se mistura às despesas habituais. A capacidade de resolver urgências passa a esconder a necessidade de reduzir sua repetição.

Buscar eficiência exige examinar essas situações antes de simplesmente cortar gastos. Trocar um material adequado por outro que provoque mais defeitos pode diminuir o valor da compra e aumentar o custo do trabalho. Reduzir o tempo de uma conferência pode acelerar a saída do pedido e multiplicar as devoluções. O menor gasto em uma etapa não representa, por si só, economia para o negócio inteiro.

Uma providência útil é escolher uma falha recorrente e acompanhá-la desde sua origem. Onde ela começa? Quem recebe a informação? Em qual momento seria mais simples corrigi-la? O objetivo é compreender o percurso do problema, sem encerrar a análise na primeira pessoa que apareceu envolvida.

A melhoria pode ser modesta: confirmar uma medida, organizar o estoque, revisar um formulário ou definir quem responde por uma etapa. Seu valor está em retirar do cotidiano um erro que consumia recursos e desgastava a relação com o cliente.

Não basta cobrar mais da equipe

Um empreendedor pode exigir atenção, rapidez e capricho e, ao mesmo tempo, manter condições que dificultam exatamente esses resultados. Orientações imprecisas, equipamentos inadequados, prioridades que mudam sem explicação e prazos assumidos sem consultar quem executa tornam a cobrança menos justa e menos útil.

A exigência de qualidade precisa vir acompanhada das condições para alcançá-la. Isso envolve preparo, informação, recursos adequados e uma compreensão compartilhada do que deve ser entregue. Também exige que o responsável pelo negócio reconheça quando a dificuldade começou em uma decisão sua.

Quem realiza o trabalho diariamente merece ser ouvido. Pode perceber uma sequência desnecessária, um material que provoca problemas ou uma promessa comercial difícil de cumprir. Essa participação não retira a autoridade do empreendedor. Oferece informações que ajudam a exercê-la melhor.

Quando houver erro, a resposta deve considerar suas causas. Falta de orientação, desconhecimento técnico e descuido não pedem exatamente a mesma providência. É possível corrigir com firmeza sem humilhar, assim como é possível acolher uma dificuldade sem deixar de exigir responsabilidade.

Também convém olhar com cuidado para o esforço extraordinário. Uma situação excepcional pode exigir dedicação adicional. Quando a entrega depende permanentemente de jornadas prolongadas e de pessoas compensando falhas da organização, o negócio precisa rever seu modo de funcionar. O sacrifício da equipe não deveria ser utilizado como solução habitual para a ausência de planejamento.

O padrão do negócio começa na conduta de quem o dirige

A exigência perde força quando vale apenas para os outros. O empreendedor que cobra pontualidade precisa considerar os prazos que ele próprio assume. Quem pede atenção aos detalhes deve oferecer informações completas. Quem exige respeito ao cliente precisa demonstrar o mesmo cuidado nas relações com sua equipe e seus fornecedores.

Isso não significa que o responsável pelo negócio jamais possa errar. Significa que deve responder pelo erro, participar da correção e evitar explicações que apenas o afastem do problema. Há mais seriedade em reconhecer uma decisão inadequada do que em preservar a aparência de controle enquanto todos trabalham para corrigir suas consequências.

Para desenvolver essa característica empreendedora, um bom começo é examinar a última entrega que exigiu retrabalho ou gerou uma reclamação. Compreender o que falhou, corrigir o que ainda estiver pendente e modificar a etapa responsável oferece uma base concreta para melhorar. Depois, será necessário acompanhar se a mudança produziu o resultado esperado.

Qualidade e excelência não asseguram uma trajetória sem dificuldades. Representam, contudo, uma maneira responsável de enfrentar o trabalho: com atenção ao que se promete, respeito pelos recursos empregados e disposição para responder pelo que se entrega.

Ao escolher uma empresa, o cliente confia a ela uma necessidade e compromete parte de seu dinheiro e de seu tempo. Fazer bem o trabalho é uma forma de respeitar essa escolha. Para quem empreende, esse respeito precisa continuar presente depois que a venda foi concluída.

Bom trabalho e grande abraço.

Adm. Rafael José Pôncio


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